sexta-feira, 29 de novembro de 2013

DISCURSO DIRECTO

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[...] Não surpreende, pois, que olhemos para o PS e, independentemente do que disser Seguro, ou outro no lugar dele, saibamos por intuição segura que as suas promessas mais simpáticas teriam o mesmo destino das de Hollande, ou das do SPD alemão, ou das do PSOE espanhol: o choque com a realidade torná-las-ia obsoletas no dia da tomada de posse de um novo Governo. O que surpreende é que ainda exista quem pense que, “se o PS fosse um bocadinho mais activo”, mais à moda da Aula Magna, “tinha 90% com certeza”. Não tinha, de certeza.
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José Manuel Fernandes in "Público"
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