quinta-feira, 18 de abril de 2013

'SUPERNOVA' 1006

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Até há 50 anos, a Astronomia tinha por base a observação dos astros através da radiação visível—a que é percebida pelos nossos olhos—emitida ou reflectida pelos corpos celestes. Os RX, também emitidos por muitos corpos cósmicos, não chegam à Terra por serem filtrados pela atmosfera. A sua detecção exige telescópios localizados acima da atmosfera, como se faz actualmente, sobretudo com satélites. O Observatório de RX Chandra, da NASA é um deles.
Tais telescópios dão informação astronómica suplementar muito importante, ao complementar as observações da radiação visível e ao permitir fotografar corpos invisíveis, como acontece com algumas supernovae.
A supernova SN 1006, resultado da explosão duma estrela anã, apareceu no dia 1 de Maio do ano 1006 e foi vista por astrónomos da China, Japão, Europa e do mundo Árabe. Através das imagens obtidas muito depois disso, com o Observatório de RX Chandra, conseguiu-se muita informação sobre o modo como e porquê explodem as estrelas.
A fotografia em cima é da supernova 1006 (SN 1006) que se encontra a 7.000 anos/luz da Terra e foi feita pelo Chandra. É quase tudo RX.
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