domingo, 21 de julho de 2013

PLANO INCLINADO

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O Dr. Cavaco acaba de se tornar um problema adicional para a Pátria. Além das dificuldades económico-financeiras a aguardar solução, é urgente estudar a forma de salvar o Presidente da República. Depois de dois anos a assistir impávido à inenarrável política financeira de Vítor Gaspar; depois de rotulado de "imóvel" pela opinião pública; depois de emitir opiniões que só o eram porque careciam de um nome, decidiu actuar. Perante a crise política grave, dadas as circunstâncias do País dependente do estrangeiro, pensou pela própria cabeça e... asneou: acrescentou mais duas semanas à crise e não ficou tudo como dantes—Quartel-General em Abrantes—porque ficou pior.
Como cidadão participante na procura do bem nacional, proponho uma solução. À semelhança do que acontecia com o território de Macau, administrado segundo julgo pelo Presidente da República Portuguesa, sugiro uma revisão constitucional extraordinária que atribua ao Dr. Cavaco apenas a superior tarefa de administrar as Ilhas Selvagens e representar o País no exterior—na condição de não falar e, sobretudo, não pensar.
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