segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

PODIA SER PIOR !

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Um estudo feito no Departamento de Neurociência do University College of London, usando ressonância magnética do encéfalo, mostra que as fórmulas matemáticas podem desencadear fenómenos cerebrais sobreponíveis aos registados com a contemplação de obras de arte, como grandes músicas e belas pinturas.
Sem entrar em pormenores, direi que há fórmulas horríveis, de gosto pior que péssimo, independentemente da sua importância científica, e fórmulas de deixar a baba a escorrer pelas comissuras labiais.


Por exemplo, a fórmula em cima, das séries infinitas,  de Srinivasa Ramanujan—que não tive o prazer de conheceré um nojo. Mas a fórmula da identidade, em baixo, de  Leonhard Euler, é de perder a cabeça: bonita de se ver, apesar incrivelmente profunda, inclui as cinco constantes matemáticas mais importantes e as três operações aritméticas  mais básicas—adição, multiplicação e exponenciação.



Qual é a opinião do leitor? Eu, pela minha parte, hoje vou ter dificuldade em adormecer a pensar na fórmula de Leonhard Euler. Há nela simplicidade, simetria, elegância e a expressão duma verdade imutável. Direi mais: não há pai para ela. Ah ganda  Leonhard!...
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