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Por esta porta—número 20 da Rue du Cirque—entrava subrepticiamente François Hollande para o ninho de Eros. Fazia-se transportar, como "pendura", numa mota da segurança da Presidência e era acompanhado por outra, também da polícia. A revista "Closer" apanhou-o com a boca na botija e o caldo entornou. No mínimo, ridículo o mais possível.
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